quarta-feira, 26 de novembro de 2008
MUDAREI A HISTÓRIA
conversando com a alma
Num cantinho do meu cérebro,
Nas minhas descobertas a novos horizontes,
E continuo assim...Sem perder as forças,
SEGUINDO MEUS SONHOS...

Não quero ser maior nem menor que meus sonhos.
onde meus anseios alcancem
lacunas desperdiçadas,
mas totalmente povoadas de aspiração
mesmo em situações e momentos ilógicos,
Nas horas dos meus sonhos com enlevo
Por onde sublimado vou sozinha,
Em versos de alegria só escrevo...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Pra ser sincera!!!

Engenheiros do Hawaii
COMEÇANDO

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Ia a roxa corola espalhando as sementes:
Canção
Essa tristeza não viste,e eu sei que ela se vê bem...
Só se aquele mesmo vento fechou teus olhos, também...
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Apenas Vinícius...
Ah, quem me dera ir-me contigo agora a um horizonte firme, comum
Embora amar-te ah, quem me dera amar-te sem mais ciúmes de alguém em algum lugar que nem presumes ah, quem me dera ver-te sempre a meu lado sem precisar dizer-te jamais cuidado ah, quem me dera ter-te como um lugar plantado num chão verde para eu morar-te
Ah, quem me dera ter-te morar-te até morrer-te.
Desse amor que não podemos ter
Não fala
Fala baixinho
Diz bem de leve um segredo
Um verso de esperança em nosso amor
Não, oh, meu amor!
Canta a beleza de viver!
Saúda o sol e a alegria de amar
Em nossa grande solidão
Se você quiser a estrela da manhã, amanhã mesmo eu pego e mando pra você
Por você todas as flores exibiram novas cores, tudo pura inveja de você
E milhões de passarinhos nos seus ninhos compuseram este lindo iê-iê-iê
Por você, senhorzinho, menino que mais lindo não vai ter nunca mais e que além de ser pra frente, barra-limpa e papo-firme por demais (por demais)
Por você, se for o caso eu lhe juro que me caso, meu amor
Eu caso com você é um atraso mas eu caso
Porque estou perdidamente apaixonada
Por você
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
No calmo peito teu. Tu és a estrela sem nome, és a morada, és a cantiga
Do amor, és luz, és lírio, namorado! tu és todo o esplendor, o último claustro
Da elegia sem fim, anjo! mendigo do triste verso meu.
Ah, fosses nunca meu, fosses a idéia, o sentimento em mim, fosses a aurora, o céu da aurora Ausente, amigo, eu não te perderia! Amado! onde te deixas, onde vagas entre as vagas flores? e por que dormes entre os vagos rumores do mar?
Tu primeiro, último, trágico, esquecido De mim! És lindo, és alto! és sorridente és como o verde do trigal maduro teus olhos têm a cor do firmamento
Céu castanho da tarde ah– são teus olhos! teu passo arrasta a doce poesia do amor! prende o poema em forma e cor no espaço; para o astro do poente és o levante, és o Sol! eu sou o giro O giro, o girassol.
És o soberbo também, és rápido também, como a andorinha! doçura! lisa e murmurante... a água que corre no chão morno da montanha és tu; tens muitas emoções; o pássaro do trópico inventou teu meigo nome duas vezes, de súbito encantado!dono do meu amor! sede constante do meu corpo de mulher! melodia da minha poesia extraordinária!
Por que me arrastas? Por que me fascinas?Por que me ensinas a morrer? teu sonho me leva o verso à sombra e à claridade.
Sou tua irmã, és meu irmão; padeço de ti, sou tua cantora humilde e terna
Teu silêncio, teu trêmulo sossego triste, onde se arrastam nostalgias melancólicas, ah, tão melancólicas...
Amigo, entra de súbito, pergunta por mim, se eu continuo a amar-te; ri esse riso que é tosse de ternura carrega-me em teu peito, louco! sinto a infância em teu amor! cresçamos juntos como se fora agora, e sempre; demos nomes graves às coisas impossíveis recriemos a mágica do sonho lânguida!
Ah, que o destino nada pode contra esse teu langor; és o penúltimo lirismo! encosta a tua face fresca sobre o meu seio nu, ouves? é cedo quanto mais tarde for, mais cedo! A calma é o último suspiro da poesia o mar é nosso, e recende mais puro ao seu chamado. Oh, deixa-me brincar, que te amo tanto que se não brinco, choro, e desse pranto desse pranto sem dor, que é o único amigo das horas más em que não estás comigo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
De tudo, ao meu amor serei atento
E assim, quando mais tarde me procure
Teus belos braços são fortes e mansosMeu Deus, eu quero o homem que passa!
Meu Deus, eu quero o homem que passa!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
"A MUSICA NOS MOVE"
Quando eu preciso de atenção eu tendo a reclamar
VOCÊ É LINDA!
SEM AR!
DEIXA EU TE AMAR!
A FESTA!
FOREVER!
MY HEART WILL GO ON!
ABRAÇA-ME!
BOA NOITE AMOR
EU QUERO TE ROUBAR PRA MIM!
HOW COULD ANGEL BREAK MY HEART!
INCOMPLETE!
PLEASE FORGIVE ME!
I WILL ALWAYS LOVE YOU!VELHA INFÂNCIA!
I DO IT FOR YOU! BRYAN ADAMS
(Tudo Que Eu Faço) Eu Faço por você
Olhe para os meus olhos/Você verá o que significa para mim./Procure no seu coração, procure na sua alma/E quando lá me encontrar, não vai procurar mais.
Não me diga que não vale a pena tentar,/Não pode me dizer que não /vale a pena morrer por isso./Você sabe que é verdade, tudo que eu faço, eu faço por você.
Olhe para o seu coração, vai encontrar,/Não existe nada lá para esconder./Me aceita como sou, fica com a minha vida,/Eu te entregaria totalmente, eu a sacrificaria.
Não me diga que não vale a pena lutar,/Eu não consigo evitar, não há nada que eu deseje mais./Você sabe que é verdade, tudo que eu faço, eu faço por você.
Não existe amor, como o seu amor/E nenhuma outra, poderia oferecer mais amor./Não existe lugar, a não ser que lá esteja./Todo o tempo, até o fim./Não me diga que não vale a pena lutar,/Eu não consigo evitar, /não há nada que eu deseje mais.
Sim, eu lutaria por você, eu mentiria por você,/Caminharia em fogo por você, sim, eu morreria por você/Você sabe que é verdade,/Tudo que eu faço
Eu faço por você.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O sonho das esperanças De que a única ventura
Não reside em outra vida, Não vem de outra criatura;
Confundir olhos nos olhos, Unir um seio a outro seio,
Derramar as mesmas lágrimas
Podiam meus olhos ver Tão meigo tão viva estrela,Abrir-se e resplandecer?Só em ti: — em ti que és belo,
Em ti que a paixão respiras,/Em ti cujo olhar se embebe

SONETO
" Ontem, quanto, soberbo, escarnecias dessa minha paixão louca, suprema,
E no teu lábio, essa rosa da algema, a minha vida, gélida prendias...
Eu meditaca em loucas utopias, tentava resolver grave problema...
- Como engastar tua alma num poema? E eu não chorava quando tu te rias...
Hoje, que vives desse amor ansioso e não és meu, nenhum pouco meu, extraordinária sorte,
Hoje eu sou triste sendo tão ditosa!...
E tremo e choro, pressentindo, forte
Vibrar, dentro em meu peito, fervoroso,
Esse excesso de vida, que é a morte"
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O CATIVO

Como era lindo, meu Deus! Não tinha da neve a cor,
Mas no moreno semblante brilhavam raios de amor.
Ledo o rosto, o mais formoso, de trigueira coralina,
Poema A cativa de Luís da Gama, adaptação Crys Lira





